sábado, 29 de agosto de 2020

Perfil de Ricardo Magro

A vida de Ricardo Andrade Magro é definida por três pilares essenciais: o trabalho, o esporte e a paixão por grandes desafios. Nascido em São Paulo e filho de imigrantes portugueses, Ricardo iniciou a sua carreira empresarial muito cedo, trabalhando nos postos de combustíveis à época detidos pela sua família. A paixão pelo trabalho sempre lhe foi uma característica inata.
Ingressou na faculdade de direito na década de 1990, tendo fundado o seu próprio escritório em 2000 logo após se tornar advogado, com atuação voltada para o setor de combustíveis e – ainda que em fase inicial – o mercado de petróleo. Embora ainda jovem e com pouca experiência no ramo jurídico, nunca lhe faltou determinação para abraçar grandes desafios.
Unindo o conhecimento empresarial adquirido ao longo dos anos acompanhando os negócios da sua família no ramo de distribuição e venda de combustíveis, com uma expertise em direito tributário desenvolvida durante os anos acadêmicos, bem como na própria prática jurídica diária, Ricardo logo se tornou um dos advogados de maior sucesso no setor e uma referência na defesa dos direitos dos postos de bandeira branca, também na foto, https://ricardomagro.com.br/wp-content/uploads/2020/08/ricardo-magro-biografia@2x-750x410.jpg
As vitórias obtidas ao longo dos anos – sempre travando batalhadas contra os gigantes do setor, em defesa dos postos de bandeira branca e dos pequenos distribuidores – lhe renderam notoriedade dentro do mercado de combustíveis.
Reconhecido pela perspicácia e pela tenacidade, nunca temeu enfrentar quaisquer adversários perante os tribunais, tendo inclusive litigado e ganho algumas das maiores companhias dentro do setor de combustíveis e petróleo.
Justamente por não se submeter à vontade de eventuais rivais dos seus clientes, Ricardo enfrentou (e ainda enfrenta) uma constante batalha jurídica contra alguns dos pesos-pesados do setor, tornando-se uma das maiores vozes na defesa da concorrência e da livre iniciativa.
A paixão por um grande desafio ou por “boa briga” é uma característica que flui para além da sua atividade profissional, tendo encontrado nos esportes uma das suas maiores alegrias e uma fonte de realizações pessoais. Ricardo e o esporte sempre caminharam juntos. Grande apoiador dessas iniciativas, não é de hoje que Ricardo defende o esporte na vida dos jovens em seu mais conhecido projeto denominado “Usina de Campeões” onde as crianças da comunidade de Manguinhos têm a oportunidade de se dedicar às artes marciais, praticando a regulação
ricardo magro
sobre o tatame que segundo o próprio Ricardo faz questão de afirmar “iguala a todos e faz com que os jovens comecem a desenvolver a noção de que são protagonistas da sua própria trajetória de vida”.
A inspiração desses jovens encontra amparo na dedicação de campeões como José Aldo que desde 2017 aportou sua história de luta e vitórias ao projeto, sendo um dos grandes embaixadores do esporte conquistando o World MMA Awards de Lutador do ano em 2010. Referência para a geração atual, José Aldo ficou durante nada menos que dez anos invicto até ser nocauteado por Conor McGregor em apenas 13 segundos, no mês de dezembro de 2015. José Aldo foi, na época, bastante tietado pelas crianças e jovens da Usina de Campeões, que enxergam nele um espelho da sua própria história de luta e superação.
Após declarar sua aposentadoria, frente à insatisfação com a organização do UFC, que na época permitiu que Conor McGregor disputasse o título de peso-leve sem abrir mão do cinturão dos peso-pena, José Aldo entrou novamente no octógono no dia 3 de junho de 2017 no UFC 212, contra Max Holloway – vencedor do UFC 206 contra Anthony Pettis. A luta foi vencida pelo norte-americano no terceiro round por nocaute técnico. Aldo nesses últimos 3 anos entrou no octógono mais 6 vezes sempre com a mesma determinação e propósito de luta que construíram a carreira do grande campeão com 28 vitórias e apenas 7 derrotas até o presente momento.
A Usina de Campeões, projeto social coordenado pelo ex-lutador de vale tudo e MMA, três vezes campeão mundial – Pedro Rizzo, desenvolve crianças e jovens entre 7 e 20 anos de idade, com atividades de lutas marciais gratuitas oferecidas à população carente das comunidades do entorno de Manguinhos a iniciativa defendida por Ricardo Magro, é um eficaz instrumento de combate à desigualdade social, sedimentando valores de disciplina, ética e honra, que certamente ajudam a construir o caráter desses jovens que serão cidadãos melhores no futuro, numa sociedade onde poucas oportunidades são apresentadas diante dos jovens, que vivem numa região onde conflitos de todos os níveis são comuns.
Aproximadamente 250 crianças e jovens de comunidades carentes do Rio de Janeiro participam atualmente do projeto que coloca a cidadania em prática e resgata valores tão importantes, aprendendo a ter responsabilidade e disciplina para encarar a realidade da vida fora dos tatames.
Os números do projeto Usina de Campeões não param por aí. Atualmente já foram beneficiadas mais de 15 mil famílias, e no que depender de Ricardo Magro, o projeto tende a se ampliar e perpetuar através dos tempos.
Aposentado em 2015 com vitória por nocaute técnico sobre o norte-americano Andrew Flores Smith, mas nunca tendo abandonado os tatames, a história de Pedro Rizzo é uma aula de retidão, coragem e perseverança. Conhecido pelo seu apelido “The Rock” – A Rocha, tem como sua marca registrada os potentes chutes que desfere nas pernas dos seus adversários, que são capazes de fazer até os melhores adversários balançarem. Rizzo não escolhe adversários. Atualmente a escolha estratégica de adversários, muito criticada por Pedro, e bastante utilizada por atuais campeões que evitam duelos desfavoráveis, sejam pelo grau de dificuldade dos oponentes ou pela baixa representatividade em termos de ranking, levanta uma situação bem diferente da rotina da velha guarda do esporte, seleto grupo do qual Rizzo fazia parte, numa época onde os verdadeiros campeões não escolhiam adversários.
Atualmente a equipe da Usina de Campeões, conta com um time de ponta, sempre alinhado com os princípios morais nos quais tanto acredita Ricardo Magro. A equipe luta todos os dias para que milhares de crianças e jovens da comunidade de Manguinhos sejam campeões de disciplina e caráter:
Pedro Rizzo
Idealizador
Ex-lutador de Vale Tudo e MMA, três vezes campeão mundial
Laerte Barcelos
Mestre de Jiu-Jitsu
Faixa coral de jiu-jitsu 8º Dan
Ex-atleta e ex-treinador da Seleção Brasileira de Luta Olímpica
Raoni Barcelos
Professor de Luta Olímpica (Wrestling)
Medalhista nos jogos Sul-Americanos e Pan-Americanos Lutador do UFC
Leonardo Limberger
Professor de Muay Thai
Campeão do Shooto Brasil e lutador do ACB (Rússia)
Humberto Rangel
Professor de Boxe
Formado pelo Professor Claudio Coelho (Nobre Arte)
Macarrão (Maicon Pinheiro de Souza)
Professor de Capoeira
Formado pelo Grupo Abadá Capoeira
Vitor Ferraz
Professor de Judô
Ex-integrante da seleção brasileira de Judô
Jorge Filho
Professor de Taekwondo
Faixa preta de Taekwondo 2º Dan
Ex-integrante da Seleção Brasileira Militar
Os profissionais e seus jovens alunos, contam com uma estrutura composta por octógonos e tatames, bem como todos os equipamentos necessários para as lutas, como por exemplo, luvas, manoplas e sacos.
As modalidades oferecidas são o Muay Thai, Capoeira, Jiu-Jitsu, Judô, Boxe, Luta Olímpica e Taekwondo, ministradas pelos professores acima. As aulas ocorrem, normalmente de segunda a quinta das 9h às 11h e no turno da tarde, das 14h30 às 17h30.
Para participar, as regras são simples, crianças e jovens que tenham entre 7 a 20 anos, estejam matriculadas na escola e tenham boas notas, pois o objetivo é que os aprendizados das artes marciais ultrapassem os tatames e transformem a vida de crianças e jovens.
Os pilares que norteiam todo ideal da Usina de Campeões, são muito bem definidos:
Missão – Formar cidadãos agregando conhecimento e valores por meio das artes marciais, estimulando a disciplina e a responsabilidade para a redução da vulnerabilidade social de crianças e jovens.
Visão – Ser reconhecida como referência em projetos sociais de artes marciais, por incentivar a prática, a disciplina e preparar os alunos para os desafios do esporte e da vida.
Valores – Valorização do ser humano, responsabilidade, educação, comprometimento, respeito ao próximo e ética.
No momento delicado que estamos vivendo agora, marcado pela pandemia causada pelo novo Coronavírus, Ricardo Magro levanta a bandeira e evidencia ainda mais a pauta de responsabilidade social.
Uma forma de driblar a situação e ainda tocar o Usina de Campeões, por exemplo, foi investir em aulas através de transmissão ao vivo pelas redes sociais do projeto as “lives”, no próprio Instagram da @usinadecampeoes
Esta, sem dúvida, também é uma forma de contribuir para o bem-estar coletivo, já que as aulas podem ser assistidas por todos.
Mesmo nesses tempos de pandemia, as crianças continuam amparadas, mantendo suas aulas sem perder completamente o ritmo de suas atividades.
Bibliografia:

sábado, 22 de agosto de 2020

Como escolher um forno

Tenho escrito sobre eletrodomésticos profissionalmente desde 2012, primeiro como redator da equipe da Review.com e agora da Wirecutter. Nesse período, passei mais de 100 horas trabalhando apenas em guias para fogões, incluindo pesquisas em mais de 200 modelos diferentes. Eu também co-escrevi nosso guia para faixas de alta qualidade .

Aqui está a pesquisa que fizemos para este guia:

Rastreamos o máximo de dados de vendas e tendências do setor que pudemos da Associação de Fabricantes de Eletrodomésticos, Trakline, Yale Appliance + Lighting e JD Power.
Entrevistamos técnicos de reparo de Maine e Las Vegas , e entrevistamos o CEO e o chef residente de uma loja de eletrodomésticos em Boston . (Também conversamos com vários outros chefs, especialistas em eletrodomésticos e designers para nosso guia das melhores gamas de alta tecnologia , o que nos deu mais contexto).
Conversamos com engenheiros de produto do Laboratório Nacional Lawrence Berkeley, bem como representantes de produtos como Whirlpool e Gaggenau, entre outros.
Passamos um tempo em showrooms para sentir a qualidade de construção e robustez de alguns dos modelos mais promissores.
Lemos centenas de análises de proprietários e comentários de leitores para identificar quaisquer problemas de confiabilidade ou peculiaridades do mundo real.
Para ser claro, nós não fazemos nossas próprias mãos sobre os testes de desempenho, como Avaliado ou CNET fazer. Mas mesmo esses sites não testaram muitos dos principais aparelhos de cozinha recentemente. No passado, sempre líamos as avaliações de desempenho dos modelos que consideramos recomendar, mas quase não encontramos nenhum para os modelos mais atuais. Nossas escolhas são baseadas principalmente em pesquisas e relatórios, juntamente com algum tempo pressionando os botões, girando os botões e abrindo as portas em showrooms de eletrodomésticos.

Quem deve pegar isso
Se você precisa de um fogão elétrico acessível, este guia é para você. Nós nos concentramos exclusivamente em fogões elétricos radiantes (ou fogões, os termos são intercambiáveis) com 30 polegadas de largura (o tamanho mais comum nos EUA) em um design independente (com laterais acabadas e uma proteção traseira, para que você não precise instale-o entre os armários). Esses fogões geralmente custam menos de US $ 1.000.

Se a sua cozinha tiver uma conexão a gás, você provavelmente vai querer um fogão a gás . Se você está disposto a gastar mais dinheiro em um fogão que parece melhor ou tem mais recursos de cozinha, você pode considerar um fogão deslizante . Se você tem um orçamento muito grande e quer uma peça de destaque para sua cozinha, também temos um guia para linhas de estilo profissional de alta qualidade .

Precisa de um fogão a gás?
Os melhores fogões a gás e escalas
Os melhores fogões a gás e escalas
O GE Adora JGB720SEJSS tem a melhor aparência e qualidade de construção de qualquer fogão a gás acessível que encontramos e não economiza no desempenho de cozimento.

Como escolhemos
Qualquer fogão vai cozinhar sua comida. Mas depois de conversar com um grupo de especialistas e comparar mais de 60 modelos, pensamos que estes são os recursos mais importantes em uma gama elétrica independente:

Cooktops
Qualquer faixa decente terá, no mínimo, um queimador de 2.400 watts , mas você pode esperar até 3.300 watts em modelos melhores. Os queimadores mais fortes aquecem a sua panela mais rápido, então você economizará alguns minutos esperando que a água ferva ou que uma panela fique quente o suficiente para uma boa selagem. A maioria dos leitores nos disse que prefere ter os queimadores mais fortes na primeira fila do fogão para facilitar o acesso, e alguns fabricantes nos disseram que suas próprias pesquisas mostram que a maioria dos compradores de fogões tem a mesma preferência. Mas ouvimos de algumas pessoas que preferem ter um bico forte na fileira de trás, para que possam ferver água onde as crianças não conseguem alcançar a panela.

A maioria dos intervalos tem um queimador de 1.200 watts e uma zona de baixa voltagem para "manter aquecido", onde você pode segurar ou derreter sem risco de queimar nada.

Elementos de largura flexível são bastante comuns. Eles adicionam alguma flexibilidade ao permitir que você escolha entre dois ou três “tamanhos” de elementos diferentes para combinar com a largura da panela ou panela que você está usando.

Qualquer fogão que custa mais de US $ 600 deve ter um bom-top superfície. Eles são muito mais fáceis de limpar do que os elementos de bobinas expostas. Eles parecem mais elegantes e facilitam o trabalho com panelas e frigideiras grandes. (No entanto, este tipo de superfície risca mais facilmente.)

Preferimos fortemente cooktops que você possa controlar com mostradores físicos móveis em vez de botões, porque eles são mais fáceis e responsivos.

Fornos
A capacidade é importante, mas quase todos os fornos que encontramos têm mais de 5 pés cúbicos, o que é grande o suficiente para um peru gigante de 26 libras no Dia de Ação de Graças, uma pedra de pizza de 40 centímetros ou todas as assadeiras ou assadeiras maiores.

Qualquer fogão que você encontrar virá com duas prateleiras para forno , mas com modelos mais caros, gostamos de ver três, numa autorizada electrolux rj

Se você está gastando mais de US $ 600 em um fogão elétrico, deve esperar que ele tenha um modo de cozimento por convecção . Este recurso, se você optar por usá-lo, liga um ventilador na parte de trás do forno para espalhar o calor por igual, de forma que você possa cozinhar em temperaturas mais baixas por menos tempo. Quando funciona bem, grandes lotes de biscoitos assam mais uniformemente, as crostas dos pastéis ficam mais escamosas e as carnes e vegetais assados ​​devem ser mais crocantes por fora e mais suculentos por dentro. Muitos fornos elétricos de convecção têm um elemento de aquecimento extra próximo ao ventilador, o que (supostamente) torna as temperaturas ainda mais consistentes em todo o forno. Dependendo da marca, geralmente é chamado de convecção verdadeira ou convecção europeia.

Você também deve esperar algum tipo de autolimpeza se estiver gastando mais de $ 600. A maioria dos modelos usa temperaturas realmente altas para queimar a sujeira, mas alguns usam vapor. Nós lemos muitas análises de usuários que consideram os modos de limpeza a vapor virtualmente inúteis, então preferimos os métodos de alta temperatura. Ter as duas opções, porém, é ainda melhor. Pela mesma razão que gostamos de mostradores físicos para controlar o cooktop, gostamos de ver teclados numéricos para inserir temperaturas e tempos de cozimento no forno.

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